Do cemitério para a A23, piso novo
(faltam as marcações)
Do cemitério para o Botequim, uma desgraça de piso (com anos)
Divulgado por:
Do cemitério para a A23, piso novo
(faltam as marcações)
Do cemitério para o Botequim, uma desgraça de piso (com anos)
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INTERVENÇÃO da CUSMT
na sessão pública sobre o SNS, promovida a 30 outubro, em Santarém pela Organização Regional do PCP, que nos endereçou convite para participar.
Agradecemos o convite que nos foi endereçado pela Organização Regional do Partido Comunista Português para mais uma sessão pública em que, desejamos todos, se possa contribuir com a opinião, as sugestões e maior empenho para o reforço do SNS.
Desde Março de 2003, data da sua constituição que a Comissão Utentes da Saúde do Médio Tejo - CUSMT - vem afirmando que a saúde é o bem mais importante do ser humano. Por isso, consideramos o SNS o mais importante e valioso serviço público da população portuguesa.
No Médio Tejo houve algum avanço nas condições de prestação de cuidados de saúde de proximidade e qualidade, tanto em instalações e equipamentos como em proximidade com o regresso de serviços anteriormente concentrados, criação de outros e tentativas ténues de internalizar alguns serviços.
Estes avanços só foram conseguidos com as populações, com o empenho de muitos trabalhadores que "vestem a camisola do SNS". Mas, infelizmente, os governos têm vindo a agravar a má política (de dezenas de anos) de formação e gestão dos recursos humanos, o que tem limitado esse avanço.
Com OE para 2027, o Governo pretende limitar e agravar os problemas do SNS. Isto na sequência de muitas medidas avulso que levam muitos portugueses, alguns com poucos rendimentos, a gastar mais em cuidados de saúde nas alternativas privadas e/ou sociais. No fundo o que o governo pretende, com o SNS como noutras áreas, é transformar tudo em áreas de negócio...
Se invista, em conjunto com outras entidades, na promoção de acções mensuráveis de prevenção e saúde pública.
Sejam contratados mais profissionais de saúde, com destaque para médicos de família e especialistas hospitalares.
Haja recuperação das listas de esperas de consultas e cirurgias, assim como MCDT.
Reforce os cuidados de saúde de proximidade a fim de evitar a crescente centralização nas zonas urbanas, princípio que se aplica às farmácias.
Desenvolva o Serviço de Medicina Física e Reabilitação, na ULSMT/Unidade de Tomar.
E, de IMPORTÂNCIA VITAL se assegure o FUNCIONAMENTO PERMANENTE da MATERNIDADE/Abrantes e a URGÊNCIA PEDIÁTRICA/Torres Novas.
O SNS tem de significar na prática a redução do sofrimento humano.
A população do Médio Tejo (e, também outras entidades como o PCP) foram e são de um empenho extraordinário (dezenas de milhares de assinaturas recolhidas em diversos abaixo-assinados e outras iniciativas), quer na resistência à perda de serviços, na recuperação de outros quer na reivindicação do que se acha justo para melhorar a qualidade de vida das populações.
Lembramos que é importante o reforço dos movimentos de utentes para reforçar a defesa do SNS, assim como também para monitorizar a actividade dos prestadores privados que têm vários tipos de acordos com o SNS.
Pelas e com as populações a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo continuará a desenvolver a sua actividade para melhorar a prestação de cuidados de saúde no País e na Região do Médio Tejo.
NO FINAL DE MAIO TÊM DE ESTAR PRONTAS!!!
𝐂𝐨𝐧𝐝𝐢𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐭𝐫â𝐧𝐬𝐢𝐭𝐨 𝐞𝐦 𝐀𝐛𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬, 𝐝𝐮𝐫𝐚𝐧𝐭𝐞 𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐭𝐫𝐮çã𝐨 𝐝𝐞 𝐫𝐨𝐭𝐮𝐧𝐝𝐚 𝐧𝐨 𝐚𝐜𝐞𝐬𝐬𝐨 𝐚𝐨 𝐇𝐨𝐬𝐩𝐢𝐭𝐚𝐥 𝐃𝐫. 𝐌𝐚𝐧𝐨𝐞𝐥 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐭â𝐧𝐜𝐢𝐨
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