quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Dia Internacional do Idoso | 1 out 2026: FUNDAMENTAL APOIAR OS IDOSOS

 


Dia Internacional do Idoso | 1 out 2026
Em 2025, 23,3% da população residente em Portugal tinha 65 ou mais anos.

O envelhecimento da população deverá acentuar-se nas próximas décadas. De acordo com o cenário central das Projeções da População Residente 2025–2100, projeta-se que, em 2100, 37,3% da população residente tenha 65 ou mais anos. Este grupo etário passa de cerca de 2,7 milhões de pessoas em 2025 para 3,1 milhões em 2100.

ÁRGEA/Torres Novas e MARÉS/Alenquer: Populações dizem "NÃO À LOCALIZAÇÃO DAS UNIDADADES DE BIOMETANO"

ÁRGEA/Torres Novas e MARÉS/Alenquer: 

Populações dizem "NÃO À LOCALIZAÇÃO DAS UNIDADADES DE BIOMETANO"


Árgea/Torres Novas e Marés (Alenquer): duas populações, o mesmo promotor, a mesma resposta. Populações e movimentos de Torres Novas e de Alenquer reivindicam à APA, à CCDR-LVT e ao Governo que não autorizem centrais de biometano junto a habitações.

As Comissões de Utentes dos Serviços Públicos da Região do Médio Tejo, com sede em Torres Novas, e o Movimento de Cidadãos de Abrigada, Marés e Ota, de Alenquer, apresentam hoje uma posição comum. Reivindicam à Agência Portuguesa do Ambiente, à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo e ao Governo que não autorizem as duas unidades de produção de biometano que a mesma empresa, a Gás da Terra, projeta junto a zonas habitacionais: em Árgea, na União das Freguesias de Olaia e Paço, e nas Marés, na União das Freguesias de Abrigada e Cabanas de Torres.

Os dois projetos repetem o mesmo modelo. Em Árgea, prevê-se o tratamento de cerca de 100 mil toneladas por ano de resíduos orgânicos e efluentes pecuários, a cerca de 200 metros de habitações. Nas Marés, estão previstas mais de 84 mil toneladas por ano de estrumes, chorumes e subprodutos animais, incluindo restos de matadouros, a cerca de 400 metros de habitações. Em ambos os casos, prevê-se a circulação de milhares de camiões por ano em estradas locais que não foram concebidas para esse fim.

Nos concelhos envolvidos, todas as instâncias autárquicas que se pronunciaram fizeram-no contra os projetos. Em Torres Novas, a Câmara Municipal enviou parecer desfavorável à autoridade de avaliação ambiental, e a Assembleia Municipal tomou uma posição unânime, reiterada na sessão de 30 de setembro de 2026. Também as assembleias e os executivos das juntas de freguesia subscreveram a oposição à localização da unidade.

A Câmara Municipal do Entroncamento e a Assembleia Municipal, bem como as duas juntas de freguesia, aprovaram por unanimidade documentos de «total e veemente oposição».

Em Alenquer, a Câmara Municipal emitiu parecer desfavorável em 26 de agosto. A Assembleia Municipal declarou, por unanimidade, em 24 de setembro, que o projeto não tem interesse municipal. As juntas de freguesia de Abrigada e Cabanas de Torres e de Ota pronunciaram-se no mesmo sentido, bem como a Assembleia de Freguesia de Abrigada e Cabanas de Torres.

A Quercus e outras associações ambientais, nomeadamente a ALAMBI e a ZERO, pronunciaram-se igualmente de forma desfavorável relativamente aos projetos.

As populações responderam da mesma forma. Somados os dois concelhos, registam-se já mais de 10 mil assinaturas contra estas localizações nos vários documentos colocados em subscrição, bem como mais de 2.000 participações desfavoráveis nas consultas públicas dos dois projetos.

Foram promovidas reuniões públicas nos concelhos afetados, uma vigília em Árgea, uma arruada no Entroncamento, a 18 de setembro, e uma concentração nas Marés, a 14 de setembro.

Elementos destes e de outros movimentos, bem como cidadãos em nome individual, tiveram intervenções decisivas neste processo, nomeadamente junto dos órgãos de soberania, da administração central e dos órgãos autárquicos. Apela-se à manutenção dos esforços de todos para a concretização deste objetivo.

A comunicação social tem sido fundamental na divulgação das razões que movem estes cidadãos.

Os representantes dos dois movimentos, reunidos em 1 de outubro, na sede da União das Freguesias de Abrigada e Cabanas de Torres, representando a voz das populações dos concelhos do Médio Tejo e de Alenquer, afirmam:

«Não somos contra o biometano nem contra a transição energética. Somos contra estas localizações. Quando câmaras municipais, assembleias municipais, juntas e assembleias de freguesia, associações ambientais e milhares de cidadãos dos concelhos do Médio Tejo e de Alenquer dizem a mesma coisa, pedimos apenas que os órgãos de soberania e a administração central nos ouçam.»

Quando todas as autarquias, associações ambientais e milhares de moradores destes concelhos dizem o mesmo, a questão já não é saber se estas localizações são aceitáveis. A questão é saber quem, no Estado, está disposto a autorizá-las contra a vontade expressa das populações e dos seus representantes eleitos. O que está em causa não é apenas uma fábrica. Está em causa saber se a palavra de quem vive nestas zonas e dos autarcas democraticamente eleitos conta alguma coisa quando o investimento vem de fora.

Os dois movimentos pedem ainda aos órgãos de soberania e à administração central que fixem critérios nacionais para a localização de unidades de produção de biometano, incluindo distâncias mínimas a habitações e regras relativas aos odores, cumprindo assim o disposto no artigo 66.º da Constituição da República Portuguesa quanto à proteção do ambiente e à qualidade de vida das populações.

O Plano de Ação para o Biometano, aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 41/2024, inclui um eixo dedicado à sustentabilidade social e ambiental. É nesse âmbito que estes critérios devem ser definidos.

Sem eles, cada zona habitacional terá de travar sozinha a mesma luta que Árgea e as Marés estão atualmente a travar.




Divulgado por:

26º. aniv do HOSPITAL DE TORRES NOVAS

Nota da CUSMT: uma saudação especial a todos os trabalhadores, dirigentes e utentes que de uma forma ou outra têm contribuído para cuidados de saúde de proximidade e qualidade.



 
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𝐎 𝐇𝐨𝐬𝐩𝐢𝐭𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐓𝐨𝐫𝐫𝐞𝐬 𝐍𝐨𝐯𝐚𝐬/𝐇𝐨𝐬𝐩𝐢𝐭𝐚𝐥 𝐑𝐚𝐢𝐧𝐡𝐚 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐚 𝐈𝐬𝐚𝐛𝐞𝐥 𝐝𝐚 𝐔𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐋𝐨𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐒𝐚𝐮́𝐝𝐞 𝐝𝐨 𝐌𝐞́𝐝𝐢𝐨 𝐓𝐞𝐣𝐨 𝐜𝐞𝐥𝐞𝐛𝐫𝐚 𝐡𝐨𝐣𝐞 𝐨 𝐬𝐞𝐮 𝟐𝟔º 𝐚𝐧𝐢𝐯𝐞𝐫𝐬𝐚́𝐫𝐢𝐨. Foi no dia 1 de outubro de 2000 que esta unidade hospitalar foi inaugurada oficialmente, tendo a transferência dos doentes do antigo Hospital para esta nova Unidade ocorrido uns dias antes, a 19 de setembro.
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Esta inauguração ficou marcada pela presença da população torrejana, que via assim o realizar de um sonho: o tão ansiado novo Hospital. A cerimónia de inauguração contou com a presença de altas figuras nacionais, entre as quais a Ministra da Saúde à época, Manuela Arcanjo, e então primeiro-ministro, António Guterres.
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A história do Hospital Rainha Santa Isabel, conhecido então como Hospital de Torres Novas, remonta já ao século XVI. Instalado nos terrenos da Ermida dos Fiéis de Deus desde o ano de 1580 sofreu vários danos devido às invasões francesas, e já no século XIX foi relocalizado no extinto Convento do Carmo, sob a administração da Santa Casa da Misericórdia de Torres Novas, passando para a dependência do Estado Português em 1975.
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Já no início do século XXI, em 2000, o Hospital foi instalado na casa que hoje conhecemos, na Avenida Xanana Gusmão. Posteriormente, em 2021, foi criado o Centro Hospitalar do Médio (CHMT) do qual passou a fazer parte juntamente com a Unidade de Abrantes e a Unidade de Tomar. Mais recentemente, em 1 de janeiro de 2024, com a criação da ULS Médio Tejo, uniu-se numa mesma organização a prestação de cuidados hospitalares e de saúde primários da região.
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O Conselho de Administração da ULS Médio Tejo deixa aqui uma palavra de agradecimento e de reconhecimento a todos os profissionais que têm contribuído para o trabalho desenvolvido ao longo da sua existência. O Hospital de Torres Novas mantém intacto, 26 anos depois, o propósito de ser uma presença determinante na vida dos muitos milhares de cidadãos que serve.


1 outubro, Dia Mundial da MÚSICA

 


1 outubro, Dia Nacional da ÁGUA

 


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