quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Onde de CALOR: alerta VERMELHO

 


Torres Novas: N3 sff circular pelo meios da via para deixar as canas crescer!!

 À atenção da IP


No troço Liteiros / Parceiros de S. João da N3, para além da intensa vegetação que promete "invadir a via", denota-se uma contínua degradação do piso...

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ALCANENA: da VIDELA para MOITAS VENDA sete meses de estrada cortada...

 ALCANENA: da VIDELA para MOITAS VENDA sete meses de estrada cortada...

 


Com os veículos (muitos pesados) a ter de passar por estradas secundárias e/ou fazer maiores distâncias, ficam cidadãos e as suas actividades económicas prejudicadas...

QUANTO TEMPO MAIS fazerem a intervenção do talude e reabrirem o trânsito??!!
Há notícias públicas de que a obra poderia começar em agosto... não começou! Será em setembro?



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Reclamações sobre serviços de comunicações sobem 12%

 


No 2.º trimestre de 2026, foram registadas 27,6 mil reclamações relativas a serviços de comunicações, mais 12% face ao mesmo período de 2025, confirmando a tendência de aumento do número de reclamações neste sector.

O sector postal foi o que registou o crescimento mais expressivo nas reclamações, com um aumento de 15%, totalizando 10,1 mil reclamações e representando 37% do total. Já os prestadores de serviços de comunicações concentraram 17,5 mil reclamações, correspondentes a 63% do total, refletindo uma subida de 10% em comparação com o segundo trimestre do ano anterior.

MEO permanece o prestador mais reclamado

A MEO foi o prestador mais reclamado em termos absolutos no período em análise, concentrando cerca de 6,5 mil reclamações, o equivalente a 37% do total. Foi também o prestador que registou o maior aumento do número de reclamações (+54%). Apesar desta evolução, continua a apresentar a taxa de reclamação mais baixa entre os principais prestadores, com 1,6 reclamações por 1000 clientes.

A NOS foi o segundo prestador mais reclamado, com cerca de 5,7 mil reclamações, correspondentes a 32% do total. O número de reclamações contra este prestador aumentou 27% face ao período homólogo. Entre os principais prestadores, é o que apresenta a taxa de reclamação mais elevada, com 2 reclamações por 1000 clientes.

Por sua vez, a Vodafone voltou a ser o único dos principais prestadores a registar uma redução do número de reclamações (-16%). Com cerca de 4,3 mil reclamações, representando 25% do total, foi também o prestador com o menor volume absoluto de reclamações entre os principais prestadores. A sua taxa de reclamação situou-se em 1,7 reclamações por 1000 clientes.

Destaca-se ainda a evolução da DIGI/NOWO, que registou uma redução de 53% face ao período homólogo. As reclamações contra este prestador representaram cerca de 5% do total, correspondendo a aproximadamente mil reclamações e a uma taxa de 2,2 reclamações por 1000 clientes.

Prestadores de menor dimensão registam os maiores aumentos

No 2.º trimestre de 2026, os CTT mantiveram-se como o prestador de serviços postais mais reclamado, concentrando cerca de 7,8 mil reclamações, o equivalente a 78% do total do setor. Face ao mesmo período de 2025, o número de reclamações aumentou 9%. Em termos relativos, este volume correspondeu a 0,8 reclamações por cada 10 000 envios postais.

A GLS destacou-se ao surgir, pela primeira vez, como o segundo prestador mais reclamado, com cerca de 700 reclamações, representando 7% do total. Foi também o prestador que registou o maior crescimento, com um aumento de 172% face ao período homólogo.

Seguiu-se a DPD, responsável por cerca de 600 reclamações, correspondentes a 6% do total. Entre os prestadores mais reclamados, foi a que registou o crescimento mais moderado, com um aumento de 5% face ao segundo trimestre de 2025.

A DHL também se destacou neste período, ao registar um aumento de 79% no número de reclamações. Com cerca de 300 reclamações, representou 3% do total das reclamações dirigidas aos prestadores de serviços postais.

Os utilizadores preferem o livro de reclamações eletrónico como meio de reclamação

O livro de reclamações eletrónico foi o principal canal utilizado para a apresentação de reclamações, concentrando 69% das reclamações apresentadas no segundo trimestre de 2026. Este canal registou um crescimento de 29% face ao período homólogo, reforçando a sua posição como meio preferencial de reclamação dos utilizadores. Em contrapartida, a utilização do livro de reclamações físico voltou a diminuir (-19%), representando apenas 27% do total de reclamações.

Pelo segundo trimestre consecutivo, o serviço de atendimento da ANACOM foi o canal que registou o maior crescimento (+34%), com cerca de 1,2 mil reclamações, correspondentes a aproximadamente 4% do total. Esta evolução ficou sobretudo a dever-se às reclamações relacionadas com interrupções e falhas de serviço provocadas por fenómenos meteorológicos extremos, cujos impactos se prolongaram no segundo trimestre do ano. Contribuíram, ainda, para este aumento as reclamações associadas à utilização indevida do nome da ANACOM em contactos fraudulentos, uma situação que também marcou o segundo trimestre de 2026.


Consulte:

Torres Novas / CASAIS DA IGREJA: dia 6 set - RECOLHA DE SANGUE

 


Ourém: 1, 2 e 3... postes "prontos" a tombar para a estrada!!!

Em sete meses as operadoras de telecomunicações "ainda não tiveram tempo" de resolver este e muitos outros casos!!! 



Na estrada que vai de Fátima para Ourém

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Uma das causas dos dramas nas ESTRADAS...

 


"Todas as semanas, a Guarda Nacional Republicana (GNR) interceta e retira de circulação cerca de 280 condutores com taxas de alcoolemia consideradas crime, num total acumulado de 8 438 detenções e 8 856 crimes registados entre 1 de janeiro e 31 de julho de 2026, segundo a GNR. Considerando que cada condutor detido fica impedido de conduzir durante um período mínimo de 12 horas, estas detenções representam, no seu conjunto, mais de 101 mil horas em que condutores sob o efeito do álcool foram afastados das estradas portuguesas, reduzindo o risco para a segurança rodoviária.

A atuação nas estradas tem sido orientada para travar condutas de risco extremo que colocam em perigo direto a vida de quem circula na via pública. Em Portugal, conduzir com uma Taxa de Álcool no Sangue igual ou superior a 1,20 g/l constitui crime rodoviário punível com pena de prisão até um ano ou multa até 120 dias, além da inibição do direito de conduzir. A diferença entre o volume global de crimes e o total de detenções deve-se aos casos em que a medição da taxa de álcool exigiu colheita de sangue em meio hospitalar, cujo resultado laboratorial é conhecido posteriormente.

Com uma média mensal de 1 265 crimes de condução em estado de embriaguez, a análise ao perfil dos condutores intercetados revela que o problema atinge com maior incidência a população adulta entre os 31 e os 64 anos. A faixa etária dos 51 aos 64 anos lidera com 2 450 detenções, seguida pelos condutores dos 41 aos 50 anos (2 167), dos 31 aos 40 anos (1 850) e dos 25 aos 30 anos (1 266 registos).

Os padrões operacionais mostram que o risco se agrava drasticamente aos fins de semana, concentrando os sábados e domingos a esmagadora maioria das infrações, com um pico crítico na madrugada, entre as 00h00 e as 06h00. Do ponto de vista territorial, os distritos do Porto, Setúbal, Aveiro e Faro destacam-se com o maior volume de registos."

Onde de CALOR: alerta VERMELHO