segunda-feira, 20 de julho de 2026

T Novas / ÁRGEA: sobre a VIGILIA POPULAR de contestação da unidade de biometano junto a zonas habitacionais

T Novas / ÁRGEA: sobre a VIGILIA POPULAR de contestação da unidade de biometano junto a zonas habitacionais

Convocada pelas Comissões de Utentes dos Serviços Públicos da Região do Médio Tejo decorreu ontem, 20 julho 2026, fte à Igreja em ÁRGEA / Torres Novas, uma VIGÍLIA POPULAR de rejeição de Unidades de Biometano junto a zonas habitacionais, como no caso concreto é pretendido para próximo de aldeias do concelho de Torres Novas (ÁRGEA, CASAL SENTISTA, PINTAINHOS, BARROCA...) e próximo à cidade do Entroncamento.


Passaram por esta iniciativa umas duas centenas de cidadãos de Árgea, Lamarosa, Barroca, Casal Sentista, Torres Novas, Entroncamento. As intervenções e as conversas para e entre os presentes tiveram como base, para além de fazer o histórico de reivindicação das populações e organizações, o documento do abaixo-assinado (que recolheu mais de 6 mil assinaturas) e que diz o seguinte: "Os abaixo-assinados cidadãos moradores ou com actividades em ÀRGEA e na Região Médio Tejo, não são contra a procura de fontes de energia alternativas como as unidades de produção de biometano, mas estas devem ser instaladas longe das zonas habitacionais ou com actividades humanas. Não precisamos de uma unidade industrial junto a zonas habitacionais que vai implicar: grandes consumos de água, a chegada de 270 ton/dia de estrume, chorume, animais mortos e gorduras, dezenas de camiões em estradas estreitas e sem condições, possíveis contaminações atmosféricas e de linhas de água, a desvalorização do património familiar, empresarial e pessoal... e perda progressiva de qualidade de vida e de saúde. Zonas mais afectadas: as freguesias a nascente conc. TORRES NOVAS, e concelhos limítrofes do ENTRONCAMENTO, V N Barquinha e Tomar, … AS POPULAÇÕES MERECEM VIVER EM AMBIENTES SAUDÁVEIS!"


Foram apresentadas algumas propostas de acção para o futuro próximo, tendo sido reafirmada a intenção de manter actividade permanente (sendo de valorizar todas as iniciativas realizadas ou a realizar, por iniciativa individual de cidadãos, por organizações formais ou informais e as instituições, como as autarquias). Algumas das iniciativas serão: Contacto directo com as populações e outras entidades; Fazer uma exposição aos diversos grupos parlamentares da Assembleia da República; Ir (com a população que se puder deslocar) à Assembleia da República entregar o Abaixo-assinado; Eventualmente promover reuniões públicas em Torres Novas e Entroncamento; outras iniciativas públicas com o objectivo central de evitar a instalação de uma unidade industrial de biometano junto de Árgea e outras aldeias/zonas habitacionais.

(texto enviado à Comunicação Social)

TOMAR: (opinião) Poluição do Rio Nabão: Quantos anos mais vai o Rio Nabão esperar?

 


Poluição do Rio Nabão: Quantos anos mais vai o Rio Nabão esperar?

Sempre que a chuva cai, regressam as imagens que tantos tomarenses conhecem: espuma no rio Nabão e mais uma onda de dúvidas sobre a qualidade das suas águas. A população merece respostas claras, não silêncio nem desculpas.

Ao longo dos anos, mudaram os presidentes da Câmara, mudaram as maiorias políticas, mudaram as promessas. O que não mudou foi a preocupação de quem vê o estado do rio e continua sem conhecer soluções concretas e duradouras.

Não basta dizer que a situação está a ser acompanhada. É preciso apresentar resultados. É preciso divulgar, de forma transparente, as análises à qualidade da água, identificar as fontes de eventuais contaminações, reforçar a fiscalização e agir sempre que a lei não seja cumprida.

O rio Nabão não é apenas um elemento da paisagem. É um símbolo de Tomar, um património natural e um recurso que deve ser protegido. Quando um problema se arrasta durante tantos anos, deixa de ser apenas uma questão ambiental. Passa a ser uma questão de responsabilidade política.

Os cidadãos não esperam milagres. Esperam competência, transparência e vontade de resolver. Porque um rio não tem voz. Mas os tomarenses têm. E é tempo de exigir que o Nabão deixe de ser lembrado pelos problemas e volte a ser motivo de orgulho para a cidade.

(Anabela Mota)

O abandono ilegal de lixo é um crime ambiental que não pode ser tolerado.

 


TORRES NOVAS: a dinâmica do associativismo torrejano

 PAFARRÃO + CARVALHAL DA AROEIRA + RECHALDIA



VACINA contra CANCRO PÂNCREAS: será desta?

 



TOMAR: Opinião sobre a REDE VIÁRIA no distrito e no concelho

Opinião sobre a rede viária no Distrito de Santarém e no Concelho de Tomar

A rede viária é estruturada por eixos rodoviários fundamentais com a A1 (Autoestrada do Norte), A23 e A13, cruzando-se com importantes itinerários complementares (IC2 e IC3). 

Devido à baixa hidrográfica do rio Tejo a mobilidade distrital depende fortemente de cinco travessias estratégicas, as pontes de Abrantes, Constância, Chamusca, Salgueiro Maia, D. Luís e Rainha D. Amélia

A rede viária do Concelho de Tomar, organiza-se hierarquicamente para conectar os aglomerados rurais e urbanos, apoiando-se em eixos estruturantes, regionais e municipais complementado pela ferrovia.

O eixo rodoviário principal: articula o Concelho com os restantes municípios da região do Médio Tejo através de vias fundamentais com destaque para o IC9, A13 e a EN 110.

Dentro do Concelho, há as estradas locais e caminhos da floresta. Passando por vários: presenciei caminhos tumultuosos eu em caso de incêndio, um carro de bombeiros sujeita-se a ter um acidente ou não poder passar em certos sítios por estarem tapados com vegetação.

A falta de sinalética apropriada para indicar os locais e seus destinos. As pessoas que não conhecem esses locais podem ficar baralhados.

Uma outra situação é os buracos nas estradas e as bermas entupidas com vegetação o que origina, não se ver as valetas e causar acidente. Depois vai tudo para ao SNS, causando despesas astronómicas de toda a ordem.

(António Manuel Faria Freitas)

Cuidados Paliativos: acesso difícil para doentes com cancro

 



T Novas / ÁRGEA: sobre a VIGILIA POPULAR de contestação da unidade de biometano junto a zonas habitacionais

T Novas / ÁRGEA: sobre a VIGILIA POPULAR de contestação da unidade de biometano junto a zonas habitacionais Convocada pelas Comissões de Ute...