quarta-feira, 22 de julho de 2026

22 julho - Dia Mundial do CÉREBRO

 


Uma ministra/governo a enganar-se vezes demais...

O Ministério do Trabalho admite que os dados divulgados publicamente continham um erro: um relatório esta semana apontava para uma subida de 44% das baixas por doença em 2025, mas a variação homóloga foi, afinal, de 8,4%.



Tem muito a ver com o processo ÁRGEA - BIOMETANO... os mesmos de sempre a pagar, ...

BIOMETANO... os mesmos de sempre a pagar, ...

 ... para garantir "viabilidade económica/LUCROS" dos promotores. Mas, assim, NÃO ARRANJEM DESCULPAS PARA NÃO INSTALAR AS UNIDADES DE BIOMETANO LONGE DAS ZONAS HABITACIONAIS.

Consumidores de gás deverão pagar €23 milhões para comparticipar custos de novos projetos de biometano e hidrogénio

As ligações à rede de distribuição de gás de novos projetos de biometano e hidrogénio verde vão deixar de ser pagar a 100% pelos produtores. A ERSE lançou em consulta pública novas regras que ditam que os consumidores, através das tarifas de acesso às redes, deverão suportar €23 milhões, de um total de €48 milhões de custos estimados até 2031

Consulta Pública n.º 143
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segunda-feira, 20 de julho de 2026

T Novas / ÁRGEA: sobre a VIGILIA POPULAR de contestação da unidade de biometano junto a zonas habitacionais

T Novas / ÁRGEA: sobre a VIGILIA POPULAR de contestação da unidade de biometano junto a zonas habitacionais

Convocada pelas Comissões de Utentes dos Serviços Públicos da Região do Médio Tejo decorreu ontem, 20 julho 2026, fte à Igreja em ÁRGEA / Torres Novas, uma VIGÍLIA POPULAR de rejeição de Unidades de Biometano junto a zonas habitacionais, como no caso concreto é pretendido para próximo de aldeias do concelho de Torres Novas (ÁRGEA, CASAL SENTISTA, PINTAINHOS, BARROCA...) e próximo à cidade do Entroncamento.


Passaram por esta iniciativa umas duas centenas de cidadãos de Árgea, Lamarosa, Barroca, Casal Sentista, Torres Novas, Entroncamento. As intervenções e as conversas para e entre os presentes tiveram como base, para além de fazer o histórico de reivindicação das populações e organizações, o documento do abaixo-assinado (que recolheu mais de 6 mil assinaturas) e que diz o seguinte: "Os abaixo-assinados cidadãos moradores ou com actividades em ÀRGEA e na Região Médio Tejo, não são contra a procura de fontes de energia alternativas como as unidades de produção de biometano, mas estas devem ser instaladas longe das zonas habitacionais ou com actividades humanas. Não precisamos de uma unidade industrial junto a zonas habitacionais que vai implicar: grandes consumos de água, a chegada de 270 ton/dia de estrume, chorume, animais mortos e gorduras, dezenas de camiões em estradas estreitas e sem condições, possíveis contaminações atmosféricas e de linhas de água, a desvalorização do património familiar, empresarial e pessoal... e perda progressiva de qualidade de vida e de saúde. Zonas mais afectadas: as freguesias a nascente conc. TORRES NOVAS, e concelhos limítrofes do ENTRONCAMENTO, V N Barquinha e Tomar, … AS POPULAÇÕES MERECEM VIVER EM AMBIENTES SAUDÁVEIS!"


Foram apresentadas algumas propostas de acção para o futuro próximo, tendo sido reafirmada a intenção de manter actividade permanente (sendo de valorizar todas as iniciativas realizadas ou a realizar, por iniciativa individual de cidadãos, por organizações formais ou informais e as instituições, como as autarquias). Algumas das iniciativas serão: Contacto directo com as populações e outras entidades; Fazer uma exposição aos diversos grupos parlamentares da Assembleia da República; Ir (com a população que se puder deslocar) à Assembleia da República entregar o Abaixo-assinado; Eventualmente promover reuniões públicas em Torres Novas e Entroncamento; outras iniciativas públicas com o objectivo central de evitar a instalação de uma unidade industrial de biometano junto de Árgea e outras aldeias/zonas habitacionais.

(texto enviado à Comunicação Social)

TOMAR: (opinião) Poluição do Rio Nabão: Quantos anos mais vai o Rio Nabão esperar?

 


Poluição do Rio Nabão: Quantos anos mais vai o Rio Nabão esperar?

Sempre que a chuva cai, regressam as imagens que tantos tomarenses conhecem: espuma no rio Nabão e mais uma onda de dúvidas sobre a qualidade das suas águas. A população merece respostas claras, não silêncio nem desculpas.

Ao longo dos anos, mudaram os presidentes da Câmara, mudaram as maiorias políticas, mudaram as promessas. O que não mudou foi a preocupação de quem vê o estado do rio e continua sem conhecer soluções concretas e duradouras.

Não basta dizer que a situação está a ser acompanhada. É preciso apresentar resultados. É preciso divulgar, de forma transparente, as análises à qualidade da água, identificar as fontes de eventuais contaminações, reforçar a fiscalização e agir sempre que a lei não seja cumprida.

O rio Nabão não é apenas um elemento da paisagem. É um símbolo de Tomar, um património natural e um recurso que deve ser protegido. Quando um problema se arrasta durante tantos anos, deixa de ser apenas uma questão ambiental. Passa a ser uma questão de responsabilidade política.

Os cidadãos não esperam milagres. Esperam competência, transparência e vontade de resolver. Porque um rio não tem voz. Mas os tomarenses têm. E é tempo de exigir que o Nabão deixe de ser lembrado pelos problemas e volte a ser motivo de orgulho para a cidade.

(Anabela Mota)

O abandono ilegal de lixo é um crime ambiental que não pode ser tolerado.

 


TORRES NOVAS: a dinâmica do associativismo torrejano

 PAFARRÃO + CARVALHAL DA AROEIRA + RECHALDIA



22 julho - Dia Mundial do CÉREBRO