quarta-feira, 14 de outubro de 2026

E em ABRANTES querem fazer 2 ... Data Center de Sines: viagem ao centro de dados que gastará mais eletricidade que três milhões de famílias

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Data Center de Sines: viagem ao centro de dados que gastará mais eletricidade que três milhões de famílias

Muita segurança, um edifício (quase) sem pessoas e que parece um organismo vivo, um apetite insaciável por energia elétrica, grandes clientes internacionais de tecnologia em fila de espera: fomos à Start Campus, em Sines, a linha da frente da nova economia da inteligência artificial.

"Nunca tinha estado num data center?”, pergunta Luís Rodrigues, enquanto se ouve o som de uma porta de segurança a abrir e entramos num corredor longo sem janelas e com luz branca. Seguimos atrás do segurança que vai abrindo e fechando portas, parte do protocolo apertado. Para chegar ali passámos pelo controlo à entrada - com um grande portão automático de metal e uma cerca de arame farpado -, assinámos um acordo para não fazer imagens dos equipamentos no interior, vimos um vídeo de 10 minutos com as regras do centro e pusemos o telemóvel num saquinho de plástico para bloquear a câmara. ...

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O centro de dados de Sines é apresentado como um símbolo do progresso tecnológico, da inteligência artificial e da capacidade de atrair milhares de milhões de euros de investimento privado. Pode, de fato, criar atividade econômica, emprego qualificado e receita para Portugal. Mas há uma pergunta que não pode ficar sem resposta: quem fica com os benefícios e quem paga a infraestrutura necessária para torná-los possíveis?
A REN prevê investir mais de 500 milhões de euros no reforço da rede elétrica de Sines, para responder a vários grandes projetos industriais. Os promotores suportarão parte dos encargos, mas foi reconhecido que, se os projetos não avançarem como previsto, poderão existir custos para os consumidores através das tarifas.
É aqui que começa a responsabilidade política. O investimento privado não deve significar lucros privados garantidos e riscos repartidos pela população. O progresso técnico é desejável, mas tem de trazer benefícios concretos para o país, emprego duradouro, receitas públicas e uma repartição transparente dos custos.
Portugal não pode se limitar a fornecer eletricidade, rede e condições favoráveis ​​para grandes negócios, deixando para os consumidores a eventual conta dos investimentos que não correrem como previsto. A modernização da economia só representa verdadeiro progresso quando os benefícios coletivos justificam os recursos utilizados e os riscos assumidos pela sociedade.

Qual é a novidade? Muitos infelizmente não sabem que isto consome Mw de energia porque o sistema todo precisa de refrigeração. E a linha de energia tem de ser estável e não pode ter flutuações na rede de abastecimento. Por isso as centrais nucleares são a peça mais importante nisto tudo. Com tanto investimento de Datacenters ao longo do país,como tb é caso da construção de 3 na castanheira do Ribatejo, em breve se começar a acontecer certos apagões em certas regiões não me espanta. Pq a rede elétrica têm sido alterada para priorizar certos beneficiários.

E NAO FALANDO NA ÀGUA......

Vejam o que está acontecendo pela Europa afora e Estados unidos, populações inteiras contestando ferozmente esses novos centros de dados! Eles não são mais o que costumavam ser, estão sendo criados para acomodar a IA e a superIA e enquanto isso quem paga a conta de luz, infraestruturas que são precisas em termos elétricos para acomodar isso? Sem falar na água que consomem. Numa pequena conversa sua com a IA, pequena conversa, só algumas perguntas e respostas foi calculado que 250 ml de água são precisos, agiram façam as contas à utilização a nível global...
  • Preços sobem mais que salários!

     


    terça-feira, 13 de outubro de 2026

    FERROVIA: Principais Estações e Apeadeiros na Região do MÉDIO TEJO

     


    Apeadeiro de Alvega-Ortiga

    Principais Estações e Apeadeiros na Região

    • Entroncamento: O principal nó ferroviário da região, ligando o norte ao sul do país e a Espanha (Badajoz).
    • Rossio, Abrantes e Alferrarede: Localizadas na Linha da Beira Baixa.
    • Tomar: Terminal do Ramal de Tomar.
    • Chão de Maçãs-Fátima, Vale Ovos: Situada no concelho de Tomar.
    • Caxarias: Localizada no concelho de Ourém (Linha do Norte).
    • Seiça - Ourém: Na ligação entre o Entroncamento e Coimbra.
    • Riachos - Torres Novas - Golegã: Antiga estação convertida em apeadeiro.
    • Outros pontos e apeadeiros regionais: Inclui locais como Tancos, Praia do Ribatejo, Almourol, Vila Nova da Barquinha, Lamarosa, Soudos - Vila Nova, Paialvo, Curvaceiras, Fungalvaz, Mouriscas, Alvega - Ortiga e Barragem de Belver. 


    Utentes reivindicam valorização da Estação de Rossio ao Sul do Tejo ...



    TELECOMUNICAÇÕES: quase nove meses depois, ESTAMOS ASSIM!!!

     


    Fotos dos concelhos de Mação e Sardoal


    ABRANTES: ... algumas notas sobre CENTROS DE DADOS

    (... que se lêem nas redes)

    Um novo relatório da Universidade das Nações Unidas alerta que os centros de dados com inteligência artificial podem impactar severamente o planeta até 2030. Estudos mostram que essas instalações podem consumir 945 terawatts-hora de eletricidade e 9,3 trilhões de litros de água anualmente. Especialistas sugerem que bilhões de solicitações diárias de usuários são responsáveis ​​por grande parte desse enorme consumo de energia, exercendo uma pressão significativa sobre recursos naturais vitais.


    O boom dos centros de dados da IA está enfrentando um grande desafio real: construir a infraestrutura de poder necessária para apoiar grandes instalações de computação.
    As indústrias estimam que entre 30% e 50% dos grandes projetos de centros de dados planejados para serem online em 2026 podem enfrentar atrasos. Os principais obstáculos incluem a disponibilidade de eletricidade, conexões de rede, escassez de transformadores e outros equipamentos elétricos, permitindo e capacidade de construção.
    Grandes instalações de IA podem consumir enormes quantidades de eletricidade porque milhares de processadores podem funcionar continuamente. Em algumas regiões, conectar uma nova instalação à rede elétrica pode levar anos, especialmente quando são necessárias instalações adicionais e infraestrutura de transmissão.
    Isso significa que a corrida da IA não é mais apenas sobre desenvolver chips mais rápidos ou software mais poderoso. As empresas também precisam de eletricidade confiável, sistemas de resfriamento, terreno, conexões de fibra óptica e infraestrutura para manter tudo funcionando.
    Essas restrições podem remodelar onde será construída a próxima geração de centros de dados da IA. Localizações com energia disponível, desenvolvimento de infraestrutura mais rápido e recursos adequados podem ganhar uma vantagem, enquanto outros projetos podem enfrentar anos de atrasos.
    A expansão da IA pode estar acontecendo a uma velocidade extraordinária, mas a infraestrutura física por trás dela não sempre pode acompanhar.
    À medida que as comunidades consideram os benefícios e custos dos novos centros de dados, uma questão importante permanece: Quem deve suportar o custo da eletricidade, água e infraestrutura necessárias para o boom da IA?



    INFORMAÇÃO, COMUNICAÇÃO, DEBATE...
    são fundamentais e indispensáveis.

    TORRES NOVAS/rotunda do LIDL: mais um acidente... há que baixar a sinistralidade rodoviária!

     Fonte: MONHACAS


    Acidente na rotunda do Lidl em Torres Novas. Bombeiros e Polícia no local. Rua cortada.

    Pela sua saúde e vida,
    CONDUZA COM PRECAUÇÃO!


    Hoje, 13 outubro, é Dia Mundial do ESCRITOR!

    "Eu nem sequer gosto de escrever, Acontece-me às vezes estar tão desesperado que me refugio no papel como quem se esconde para chorar. E o mais estranho é arrancar da minha angústia palavras de profunda reconciliação com a vida."

    Eugénio de Andrade


    E em ABRANTES querem fazer 2 ... Data Center de Sines: viagem ao centro de dados que gastará mais eletricidade que três milhões de famílias

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