terça-feira, 27 de outubro de 2026

TN / ÁRGEA: Quando é que a GÁS DA TERRA diz "Como não querem, vamos para outro lado."

 TN / ÁRGEA: Quando é que a GÁS DA TERRA diz "Como não querem, vamos para outro lado."

 Um exemplo a seguir pela GÁS DA TERRA, em ÁRGEA/T NOVAS e MARÉS/ABRIGADA, e digam:

"COMO AS POPULAÇÕES NÃO QUEREM, VAMOS PARA OUTRO LADO"


População de Pêra do Moço (Guarda) opõe-se à instalação de fábrica de biometano na freguesia. Foi no sábado 25out2026


“Escolha outro sítio e deixe-nos em paz”, disse, a certa altura, uma residente...

O representante da empresa promotora, a Lambert Bioenergy, disse:
«Nós aqui não vimos impingir nada. Se não quiserem, vamos para outro lado.»
...
A apresentação foi lacónica. A postura, a meu ver, sobranceira. E a paciência dos presentes começou rapidamente a esgotar-se.
Até que alguém, farto daquela conversa, pediu a palavra e, recorrendo às próprias palavras de António Monteirinho, propôs que se perguntasse à população se queria ou não aquela central naquele lugar.
A resposta foi inequívoca.
A população manifestou-se contra a instalação da central naquelas condições e naquele território. A rejeição foi esmagadora.



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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

HABITAÇÃO: Os bancos aumentam os lucros à custo do endividamento eterno das populações...


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ÁRGEA: Torres Novas prepara declaração de nulidade de ato ligado a projeto de biometano

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Torres Novas prepara declaração de nulidade de ato ligado a projeto de biometano

A Câmara de Torres Novas pretende levar a uma reunião do executivo, em novembro, uma proposta de declaração de nulidade de um ato administrativo relacionado com a unidade de biometano projetada para Árgea, cuja localização é contestada pelo município.

“Vamos, de qualquer das maneiras, fazer essa declaração de nulidade”, afirmou o presidente da Câmara, José Trincão Marques (PS), na reunião pública do executivo de segunda-feira, acrescentando que a iniciativa foi analisada por juristas especializados em direito administrativo.

O autarca de Torres Novas, no distrito de Santarém, explicou que a proposta deverá ser apresentada numa das próximas reuniões, independentemente de a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) já ter emitido uma decisão sobre o projeto.

“Penso que, ou na próxima reunião de Câmara ou na outra, ainda este princípio de novembro, iremos trazer aqui, por iniciativa nossa, e porque queremos, independentemente de vir ou não vir o parecer da APA”, afirmou.

José Trincão Marques não identificou, nas declarações prestadas durante a reunião, o ato administrativo cuja nulidade pretende submeter ao executivo, nem especificou os fundamentos jurídicos da iniciativa.

O presidente reiterou a oposição municipal à localização prevista para a unidade de produção de biometano, na localidade de Árgea, na União das Freguesias de Olaia e Paço, considerando que o terreno escolhido não reúne condições adequadas para receber a infraestrutura.

“Consideramos que aquele local previsto ou sugerido não oferece condições para a instalação da unidade de biometano”, declarou.

O anúncio surgiu em resposta a questões colocadas pelo presidente da Junta de Freguesia de Olaia e Paço, Rui Nunes, que pediu esclarecimentos sobre a fase do procedimento, eventuais prazos administrativos e o risco de um deferimento tácito.

José Trincão Marques afastou essa possibilidade no processo em curso, sustentando que não existem prazos de deferimento tácito a decorrer e defendendo que uma eventual nulidade impede a produção de efeitos jurídicos válidos.

O autarca, advogado de formação, adiantou ainda que o município continuava a aguardar informação da APA relativamente à consulta pública, sem ter recebido, até à reunião de 19 de outubro, uma comunicação que alterasse o ponto de situação.

Promovido pela empresa Gasdaterra – Sociedade de Reconversão de Resíduos Agrícolas em Energia, o projeto prevê a produção de biometano a partir de resíduos orgânicos, através de digestão anaeróbia, num investimento estimado em 18 milhões de euros.

A unidade projetada para Árgea deverá tratar cerca de 100 mil toneladas anuais de resíduos orgânicos e efluentes pecuários, mas a localização proposta tem suscitado contestação de moradores, associações ambientalistas e órgãos autárquicos, sobretudo devido à proximidade de habitações.

Entre as principais preocupações estão os possíveis odores, o tráfego de veículos pesados, os impactos nos recursos hídricos e as consequências para a qualidade de vida das populações.

A consulta pública promovida pela APA decorreu entre 13 de maio e 03 de julho, no âmbito do procedimento de licenciamento ambiental, tendo a Quercus defendido uma declaração ambiental desfavorável à instalação naquela localização.

Em junho, a Assembleia Municipal de Torres Novas aprovou por unanimidade posições contra a localização da unidade, contestação que se estendeu ao concelho vizinho do Entroncamento e motivou ações públicas de protesto.

A empresa promotora tem defendido que os impactos ambientais foram avaliados e que o projeto integra medidas de controlo de odores e de proteção ambiental, considerando compatível a atividade com a produção de energia renovável e a valorização de resíduos.

A Câmara foi questionada pela Lusa sobre a identificação do ato cuja nulidade pretende declarar e os respetivos fundamentos, não tendo sido recebida resposta até ao momento.

Lusa



Sobre direitos garantidos na CRP

 


Artigo 65º

ÁRGEA / T Novas: APA e CCDR-LVT vão ser ouvidas na Assemb República sobre a instalação da unidade de biometano

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A APA - Agência Portuguesa do Ambiente - e a CCDR-LVT - Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo - vão ser ouvidas na Assembleia da República / Comissão Ambiente e Energia.

Assim, as entidades competentes têm de prestar esclarecimentos e assumirem as responsabilidades nas decisões a tomar.

AS POPULAÇÕES E AS SUAS ORGANIZAÇÕES CONTINUARÃO ATENTAS!

AS POPULAÇÕES TÊM DIREITO A VIVER EM AMBIENTES SAUDÁVEIS!

Sobre as pensões de aposentação da CGA



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