".... o concurso ainda está por esta data a correr os prazos para entrega de propostas e nada tem a ver com o sucedido na tempestade.
"... passados mais de três meses, apenas andavam uns quantos meios mecânicos a abrir e consolidar um caminho que até já existia junto o rio Tejo e pouco mais. Três meses!!!! para um caminho!!!
Fosse esta via de comunicação, a A1, e já se tinha trabalhado noite e dia para a reabrir. E por este rumo, sem reforço de meios e sem trabalhar por turnos e ao fim de semana, seguramente e pela experiência técnica, o prazo de Dezembro vai cair por terra.
Assim, estão 2 milhões de passageiros prejudicados. Os tais beirões que produzem cerca de 14% do PIB deste país e que insistem em viver, estudar e trabalhar onde o Estado central, centrado nos torreões do Terreiro do Paço, os trata como cidadãos de segunda e terceiras categorias."
Sem comentários:
Enviar um comentário