Opinião sobre a rede viária no Distrito de Santarém e no Concelho de Tomar
A rede viária é estruturada por eixos rodoviários fundamentais com a A1 (Autoestrada do Norte), A23 e A13, cruzando-se com importantes itinerários complementares (IC2 e IC3).
Devido à baixa hidrográfica do rio Tejo a mobilidade distrital depende fortemente de cinco travessias estratégicas, as pontes de Abrantes, Constância, Chamusca, Salgueiro Maia, D. Luís e Rainha D. Amélia
A rede viária do Concelho de Tomar, organiza-se hierarquicamente para conectar os aglomerados rurais e urbanos, apoiando-se em eixos estruturantes, regionais e municipais complementado pela ferrovia.
O eixo rodoviário principal: articula o Concelho com os restantes municípios da região do Médio Tejo através de vias fundamentais com destaque para o IC9, A13 e a EN 110.
Dentro do Concelho, há as estradas locais e caminhos da floresta. Passando por vários: presenciei caminhos tumultuosos eu em caso de incêndio, um carro de bombeiros sujeita-se a ter um acidente ou não poder passar em certos sítios por estarem tapados com vegetação.
A falta de sinalética apropriada para indicar os locais e seus destinos. As pessoas que não conhecem esses locais podem ficar baralhados.
Uma outra situação é os buracos nas estradas e as bermas entupidas com vegetação o que origina, não se ver as valetas e causar acidente. Depois vai tudo para ao SNS, causando despesas astronómicas de toda a ordem.
(António Manuel Faria Freitas)
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