Quase sete meses depois depois da passagem da tempestade Kristin há registo pelo Médio Tejo de casos de habitações sem ou com deficiente acesso a serviços essenciais de telecomunicações, nomeadamente telefone, televisão por cabo e fibra, para além de internet, situação que causa graves transtornos à população e que afeta o acesso à informação, ao trabalho, ao ensino e a outros serviços indispensáveis no dia a dia. Face a esta situação, a Comissão de Utentes de Serviços Públicos lançou um abaixo-assinado onde manifesta a sua “preocupação e indignação perante a demora na reposição ou melhoria da qualidade dos serviços, documento que está a ser distribuído em toda a região e que estará disponível para ser assinado até ao mês de setembro. Como disse à Hertz Manuel José Soares, porta-voz daquela entidade, esta situação “demonstra a fragilidade das infraestruturas atualmente utilizadas:
Manuel José Soares referiu ainda que há contradições das operadoras quando apontam para a falta de meios para resolver os problemas, numa altura em que se estimam milhões de euros em lucros por parte daquelas entidades:
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