quarta-feira, 4 de novembro de 2026

PORTAGENS: governo a repetir (muita vez) argumentos para reintroduzir as portagens na A23 e A13

PORTAGENS: governo a repetir (muita vez) argumentos para reintroduzir as portagens na A23 e A13 e diz: “um novo modelo para o país todo”.

https://www.acp.pt/o-clube/revista-acp/atualidade/detalhe/governo-diz-que-fim-das-portagens-retira-milhoes-de-euros-para-obras

Governo diz que fim das portagens retira milhões de euros para obras

|Revista ACP

Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e Habitação, afirma que o Estado gasta, anualmente, 400 milhões de euros para automobilistas não pagarem portagens nas antigas SCUT e que isso impede outras obras.



O ministro das Infraestruturas alertou que a abolição de portagens nas ex-SCUT, que custam ao Estado 400 milhões de euros anualmente, impede “milhares de milhões de euros de obra” de norte a sul do país.

“Os portugueses e as portuguesas, todos estão a pagar portagens, todos estão a pagar 400 milhões de portagens”, afirmou Miguel Pinto Luz, numa audição na especialidade na Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública para discutir a proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027).

Desde 1 de janeiro de 2025 que não se pagam portagens nas antigas SCUT - foram abolidas na A4; A13 e A13-1; A22; A23; A24; A25 e A28 (apenas entre Esposende e Antas e entre Neiva e Darque). 

O ministro repetiu três vezes o valor “400 milhões de euros” para vincar qual é o impacto anual para o Estado do fim das portagens.

“Se fôssemos avaliar o valor atualizado líquido ao ano nas próximas décadas, estamos a falar de muitos, muitos milhares de milhões de euros de obra que podíamos estar hoje a lançar de norte a sul do país”, argumentou.

“Esta é a realidade e, por isso, a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), liderada por uma pessoa insuspeita, a senhora engenheira Ana Paula Vitorino, ministra do Partido Socialista, lançou um estudo para o financiamento daquilo que é a rede rodoviária nacional e ficou claro que não há estradas sem financiamento e o princípio do utilizador-pagador deve ser um princípio inalienável”, sublinhou.

Miguel Pinto Luz lembrou que o estudo da AMT levou o Governo a pedir à Infraestruturas de Portugal e ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes “um novo modelo para o país todo”.



2 NOTÍCIAS sobre o novo edifício PEDOPSIQUIATRIA ULSMT/Tomar

 


https://radiohertz.pt/tomar-atraso-na-obra-da-pedopsiquiatria-e-expectativas-quanto-ao-servico-de-medicina-fisica-e-reabilitacao/

TOMAR – Atraso na obra da Pedopsiquiatria e expectativas quanto ao Serviço de Medicina Física e Reabilitação

A conclusão das obras do edifício de Pedopsiquiatria e o desenvolvimento do Serviço de Medicina Física e Reabilitação na Unidade Hospitalar de Tomar são duas questões que continuam a marcar as preocupações relacionadas com os cuidados de saúde no concelho.
No caso da Pedopsiquiatria, a empreitada foi adjudicada em fevereiro de 2025 e consignada no mês seguinte, tendo sido anunciado um prazo de execução de sete meses. No entanto, decorridos 19 meses, a obra continua por concluir, situação que motiva preocupação quanto à disponibilização deste espaço e à resposta em cuidados de saúde.
A conclusão da intervenção é considerada importante para melhorar as condições de prestação de cuidados às populações e aos profissionais de saúde.
Outra das questões em destaque prende-se com o Serviço de Medicina Física e Reabilitação. Em dezembro de 2025, durante uma reunião do Conselho Consultivo da Unidade Local de Saúde do Médio Tejo (ULSMT), foi apresentado o Plano de Atividades para 2026, que incluía o desenvolvimento deste serviço na Unidade Hospitalar de Tomar.
A concretização deste objetivo é agora aguardada, tendo em conta a importância do reforço das respostas de saúde na unidade hospitalar.

A conclusão da obra de Pedopsiquiatria e o desenvolvimento da Medicina Física e Reabilitação são, assim, duas matérias apontadas como relevantes para melhorar a oferta de cuidados de saúde à população do concelho de Tomar.

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https://omirante.pt/sociedade/2026-10-31-uls-medio-tejo-rescinde-contrato-de-obra-de-pedopsiquiatria-em-tomar-apos-sucessivos-atrasos-703ea5fa

in MIRANTE

ULS Médio Tejo rescinde contrato de obra de Pedopsiquiatria em Tomar após sucessivos atrasos


Empreitada de cerca de um milhão de euros deveria estar concluída em 2025, mas continua longe do fim. ULS Médio Tejo perdeu a paciência com o empreiteiro e prepara novo concurso público para terminar as instalações destinadas à saúde mental de crianças e jovens.

A Unidade Local de Saúde (ULS) do Médio Tejo rescindiu o contrato de construção do novo edifício de Pedopsiquiatria do Hospital de Tomar, depois de sucessivos atrasos e incumprimentos por parte do empreiteiro. A obra, adjudicada em Fevereiro de 2025 por cerca de um milhão de euros, tinha um prazo de execução de sete meses, mas continua por concluir e sem uma data prevista para entrar em funcionamento. Segundo a ULS Médio Tejo, o empreiteiro justificou os atrasos com falta de mão-de-obra e condições meteorológicas adversas. A instituição privilegiou inicialmente o diálogo e aceitou sucessivos adiamentos, primeiro para Dezembro de 2025, depois para Maio e Julho deste ano. Nenhum dos prazos foi cumprido. A última oportunidade terminou a 15 de Setembro, levando à rescisão do contrato.
A ULS está agora a preparar um novo concurso público para concluir a empreitada e iniciou procedimentos jurídicos para responsabilizar o empreiteiro, incluindo a aplicação de penalizações e eventuais pedidos de indemnização. Entre os trabalhos por executar estão a cobertura do edifício, os sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado e outras instalações essenciais. A decisão surge depois de a Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo ter denunciado a paralisação dos trabalhos, alertando que, 19 meses após a adjudicação, a construção permanecia ao nível do piso térreo. A comissão exige uma solução urgente para garantir melhores cuidados de saúde às populações.
O projecto, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e por verbas próprias da ULS, prevê gabinetes de consulta, espaços de terapia e áreas de apoio junto à entrada principal do hospital. Apesar dos atrasos, a instituição garante que os cuidados de Pedopsiquiatria continuam a ser assegurados em Tomar. A Comissão de Utentes questionou ainda o atraso na criação do Serviço de Medicina Física e Reabilitação. A ULS esclareceu que o projecto se mantém, mas depende da contratação de médicos especialistas, actualmente em número insuficiente para avançar.

NOVEMBRO É AZUL

 


Também pela melhoria dos serviços públicos!



terça-feira, 3 de novembro de 2026

3 NOV, Dia Mundial RESERVAS BIOSFERA / em T Novas - PAUL DO BOQUILOBO

 https://www.pauldoboquilobo.pt/

VER AQUI https://www.youtube.com/watch?v=3AbwSHolClk&t=162s

A figura de Reserva da Biosfera contribui em simultâneo para a conservação dos valores naturais, favorecendo a conservação da paisagem, dos ecossistemas e das espécies, fomentando o equilíbrio entre a natureza e o desenvolvimento social, cultural,  e económico, promovendo o desenvolvimento sustentável.

 

As valias agro-rurais dos territórios são ativos importantes que não poderão ser relegadas para planos secundários. As oportunidades de desenvolvimento destes territórios sempre se centraram maioritariamente nas suas potencialidades agroflorestais. Mas num período de instabilidade económica e financeira, em que a globalização dos mercados agrícolas se tem traduzido numa diminuição dos preços na produção, e em simultâneo em especulação das “commodities” não é fácil perspetivar o futuro dos territórios e das populações rurais. Existem porém outras valias, que o complexo agro-rural detém, e que a sociedade em particular a urbana, reconhece e valoriza.

 

A coesão territorial, a valia paisagística, a diversificação de atividades em meio rural e a biodiversidade, são valores determinantes, direta ou indiretamente geradoras de novas valias económicas.

 

A estratégia de desenvolvimento da RBPB incorpora todos estes fatores. Queremos manter e melhorar o potencial de conservação e aliá-lo a um desenvolvimento sustentável que tenha em conta as pessoas e atividades económicas.




Divulgado

TORRES NOVAS: a dinâmica do associativismo torrejano

TORRES NOVAS + LAMAROSA + PÉ DE CÃO + VALES DE CIMA + OUTEIRO GRANDE + CARVALHAL AROEIRA + ÁRGEA 









Divulgado por:

Abrantes/BARRADA: 90% dos habitantes das ruas utilizadas estão contra a passagem de pesados

 

Vedar a circulação de Pesados (mais de 5 toneladas) na localidade de Barrada 

Tendo-se verificado, nos últimos anos, um acréscimo muito significativo de trânsito de veículos de transporte internacional (TIR), provenientes de Bemposta e até mesmo de Ponte de Sor, julgamos que por indicação dos mapas online (Google Maps, Waze, etc.) como a rota mais curta. 

Já que o referido tráfego, não escolhendo hora, não é adequado: 

- para o pavimento nem largura das nossas estradas e ruas; - para o descanso dos munícipes; 

- Para a segurança de pessoas e bens. 

Os abaixo assinados, residentes na Barrada, vêm, por esta forma, exigir à Autarquia de Abrantes que: 

1- Proíba o trânsito de veículos com mais TIFR de 5 toneladas, nas ruas do interior da localidade da Barrada, com exceção da recolha de Resíduos (SNA), e transportes locais (Serralharia) 

2- Crie uma alternativa, a partir da estrada do cemitério que liga à M518, junto à Central de resíduos Valnor (de referir que basta executar a pavimentação de cercа de mil metros de um caminho que já existe e que mesmo em termos de orografia evita desníveis elevadíssimos que o trajecto actual implica).

(O abaixo-assinado foi enviado para a CM e AM de ABRANTES)

Torres Novas: na entrada A1 - PESADO TOMBADO, saída da A23 sentido Lisboa

Esta manhã, quinta Fonte: MONHACAS   Pela sua saúde e vida,  CONDUZA COM PRECAUÇÃO!